segunda-feira, 28 de setembro de 2015




R. SILVA PINTO 49 LOJA A TEL: 31730827 RECEBA 10% DE DESCONTO MENCIONANDO O BLOG


Hoje em dia, é óbvio: Quando sua visão deteriora e seus olhos vão ficando fracos, você vai a um optometrista ou um oftalmologista e adquire um par de óculos. Mas, nem sempre foi assim: Somente a partir do século 13 é que as pessoas podiam realmente melhorar sua visão com a assistência de auxílios visuais.
A história dos óculos
Os maias, os egípcios, os chineses e os gregos foram, todos, grandes culturas que fizeram grandes coisas há milhares de anos atrás.  Apesar disso, quando o assunto era a manutenção da visão, até mesmo os maiores eruditos se provavam desamparados. Assim, voltando ao passado, exatamente como hoje, era comum para os olhos humanos enfraquecerem com o avanço da idade.

O grande orador romano Cícero reclamava de como era incômodo fazer seus escravos lerem para ele. O imperador Nero assistia suas amadas batalhas de gladiadores olhando através de uma esmeralda. O filósofo grego Ptolomeu (ao redor de 150 d.C.) era familiarizado com as primeiras leis de refração da luz, mas somente mais de 1.000 anos depois é que o matemático e astrônomo árabe Alhazen identificou a lei de refração que era essencial para uma boa visão.

Os monges desenvolveram os primeiros auxílios visuais

Enfim, os monges italianos fizeram as primeiras lentes polidas semi-moldadas no século 13. Essas lentes atuavam como lentes de aumento. Para fazer as lentes, os monges usaram um tipo de quartzo chamado de berilo. Somente alguns anos mais tarde - em 1267 – o monge franciscano de Oxford, Roger Bacon, forneceu uma prova científica que letras pequenas podiam ser aumentadas com lentes polidas de uma maneira específica.

Murano: O lugar de nascimento dos óculos

Murano em Veneza, que ainda é famosa mundialmente até hoje por seus trabalhos em vidro, pode declarar – e de maneira justificada – ser o lugar de nascimento dos óculos. No século 13, ela era a única fábrica que possuía a habilidade de fabricar o vidro leve, absolutamente essencial. As primeiras especificações de qualidade foram definidas algum tempo depois. Esses óculos, denominados de auxílios de leitura, tinham uma lente convexa polida. A borda era feita de ferro, chifre ou madeira. Só havia um tipo naquela época. Em geral, os primeiros óculos eram utilizados exclusivamente como auxílios visuais que possibilitavam aos hipermetropes ler.

Óculos como símbolo de poder

Somente uns 200 anos mais tarde é que os primeiros óculos que se assemelhavam aos óculos modernos, pelo menos um pouco, foram fabricados: óculos de segurar foram substituídos por óculos nas têmporas. A armação consistia de uma peça. Naturalmente, só as pessoas ricas podiam pagar pelos óculos feitos de ferro ou bronze

Na Espanha, modelos de óculos particularmente grandes eram considerados símbolo de poder. Pontes de couro também começaram a ser usadas pela primeira vez como uma maneira de deixar o auxílio visual mais confortável para uso. O maior problema naquela época era o ajuste. A armação dos óculos escorregava muito do nariz e, em muitos casos, era tão pesada que os usuários desses óculos não os achavam nada confortáveis.

Os óculos com aro Nuremberg apareceram no mercado no século 18. As pessoas lhe davam o nome não tão lisonjeador de “esmaga nariz” – mas eles se tornaram um sucesso, mesmo assim, oferecendo um nível de conforto que até então era considerado impossível.
Por volta do final do século 18, os óculos com uma só lente, denominados de monóculos, se tornaram muito famosos. O monóculo era usado pelas damas e pelos cavalheiros dignos da sociedade na Alemanha e na Inglaterra. O francês preferia os óculos “pince-nez” (“belisca nariz”). Esses óculos não eram apenas usados no nariz, mas também sustentados pelos músculos ao redor dos olhos. A versão francesa tinha a vantagem de poder ser tirada rapidamente quando em companhia de outras pessoas, pois os vizinhos ocidentais da Alemanha ainda se sentiam embaraçados ao serem pegos usando seus pince-nez.

Óculos hoje

Só nos primeiros 20 anos do século passado é que os óculos adquiriram sua forma atual e seu desenho anatomicamente perfeito. Hoje, virtualmente, existem óculos de todos os formatos e materiais – e as opções são ilimitadas. Os óculos se estabeleceram como o auxílio visual mais importante em todo o mundo e se tornaram acessórios populares de moda para muitos.
http://www.zeiss.com.br/vision-care

terça-feira, 15 de setembro de 2015

R. SILVA PINTO 49 LOJA A TEL: 31730827 RECEBA 10% DE DESCONTO MENCIONANDO O BLOG



A Essilor foi pioneira em lentes multifocais ou progressivas, quando desenvolveu a Varilux há 50 anos. Esta invenção constituiu o maior avanço no campo de compensação da presbiopia (vista cansada), por proporcionar soluções visuais mais eficazes e confortáveis, que ampliam os campos de visão e reduzem os movimentos da cabeça e dos olhos.

Atualmente, um em cada 3 presbitas é usuário da lente multifocal Varilux, o que torna o produto a lente multifocal mais utilizada em todo mundo.


A vasta gama de lentes multifocais Varilux e as diversas opções disponíveis permitem atender a cada uma das necessidades individuais dos portadores. Além de compensarem a presbiopia, as lentes Varilux podem corrigir simultaneamente qualquer outra deficiência visual associada (miopia, hipermetropia, astigmatismo).

História das lentes multifocais

Por que as lentes eram pequenas e redondas?

Simplesmente porque era mais fácil, no século XIII, conseguir cortar uma pequena lente sem impurezas numa placa de vidro. O diâmetro reduzido limitava as aberrações ópticas. Por sua vez, a forma redonda, centrada no olho, facilitava a regulação das lentes pelo óptico, em caso de astigmatismo. A lenda atribui a Benjamim Franklin a "invenção", em 1785, da lente bifocal, antecessora das lentes multifocais.

Quando surgiu a ideia de criar uma lente multifocal?

A ideia nasceu de uma constatação muito simples de Bernard Maitenaz, licenciado das Artes e Ofícios da Escola Superior de Óptica e ingressado na Société des Lunetiers em 1948. Ele havia estudado em mecânica formas complexas e, mais tarde, verificou que, em óptica, se utilizavam apenas formas simples, como esferas e toros. Tentou, então, formas mais complexas para melhorar o desempenho dos óculos. O projeto de uma lente multifocal era seu hobby pessoal, dedicando noites e finais de semana ao trabalho. Em 1955, Maitenaz apresentou um conjunto coerente de cálculo e de fabricação à Société des Lunetiers, possibilitando o registro da primeira patente do projeto de fabricação das lentes multifocais.

Desenvolvimento de uma tecnologia de produção

A patente demonstrou a viabilidade da nova lente, que ainda era muito imperfeita. Para progredir era necessário imaginar uma máquina suficientemente flexível para produzir todos os tipos de superfície. Assim, o método de "geração por curva" foi substituído pelo de "geração por ponto", que ainda hoje é utilizado. Em 1959, após muitos aperfeiçoamentos na produção, as lentes multifocais Varilux foram lançadas em Paris, por ocasião do Congresso Internacional dos Ópticos.

Varilux em evolução constante

No fim de 1969, a lente multifocal Varilux ultrapassou a casa dos 2 milhões de vendas e, em 1972, a dos 5 milhões.

Nenhuma outra lente multifocal aliava as vantagens das lentes de tipo "duro" (amplo campo para a visão de perto) e do tipo "suave" (boa visão periférica). A Varilux torna-se, então, a lente mais vendida no mundo.

A Essilor continuou a investir em pesquisas de aperfeiçoamento, lançando a Varilux Comfort em 1994 e a Varilux Expert em 1997. Em 2000, a empresa revolucionou o mercado: lançou Varilux Panamic, primeira lente que oferece total liberdade de visão, desenvolvida a partir de observação e incansáveis testes com usuários. Em 2004, outra novidade: Varilux Pix, a menor lente multifocal, com desenho específico para armações pequenas.

Em 2005, surge a Varilux Ipseo, primeira lente realmente personalizada. Para tanto, a Essilor desenvolveu o equipamento Vision Print System, que mede a forma como a pessoa olha ao redor.Assim, fornece um índice da proporção de movimentos cabeça x olhos que o usuário realiza para confeccionar a lente absolutamente sob medida. Varilux Ipseo é tão personalizada que vem com as iniciais do usuário gravadas nas lentes.

Em 2006, também em lançamento mundial, Varilux Physio e Varilux Physio 360° chegam ao mercado. É a visão entrando na era digital. A partir do revolucionário W.A.V.E. Technology, as lentes são produzidas por meio de uma forma patenteada de cálculo, proporcionando aos usuários máxima nitidez, amplitude, conforto e precisão visual em todas as direções do olhar. Já em 2008, a Essilor lança os modelos Varilux Pix 360° e Varilux Comfort 360°.
fonte:http://www.varilux.com.br/a-marca/historia-varilux/Paginas/historia.aspx

domingo, 6 de setembro de 2015

R. SILVA PINTO 49 LOJA A TEL: 31730827 RECEBA 10% DE DESCONTO MENCIONANDO O BLOG


O mundo sem os óculos.
Os maias, os egípcios, os chineses e os gregos foram, todos, grandes culturas que fizeram grandes coisas há milhares de anos atrás.  Apesar disso, quando o assunto era a manutenção da visão, até mesmo os maiores eruditos se provavam desamparados. Assim, voltando ao passado, exatamente como hoje, era comum para os olhos humanos enfraquecerem com o avanço da idade.

O grande orador romano Cícero reclamava de como era incômodo fazer seus escravos lerem para ele. O imperador Nero assistia suas amadas batalhas de gladiadores olhando através de uma esmeralda. O filósofo grego Ptolomeu (ao redor de 150 d.C.) era familiarizado com as primeiras leis de refração da luz, mas somente mais de 1.000 anos depois é que o matemático e astrônomo árabe Alhazen identificou a lei de refração que era essencial para uma boa visão.

Os monges desenvolveram os primeiros auxílios visuais

Enfim, os monges italianos fizeram as primeiras lentes polidas semi-moldadas no século 13. Essas lentes atuavam como lentes de aumento. Para fazer as lentes, os monges usaram um tipo de quartzo chamado de berilo. Somente alguns anos mais tarde - em 1267 – o monge franciscano de Oxford, Roger Bacon, forneceu uma prova científica que letras pequenas podiam ser aumentadas com lentes polidas de uma maneira específica.

Murano: O lugar de nascimento dos óculos

Murano em Veneza, que ainda é famosa mundialmente até hoje por seus trabalhos em vidro, pode declarar – e de maneira justificada – ser o lugar de nascimento dos óculos. No século 13, ela era a única fábrica que possuía a habilidade de fabricar o vidro leve, absolutamente essencial. As primeiras especificações de qualidade foram definidas algum tempo depois. Esses óculos, denominados de auxílios de leitura, tinham uma lente convexa polida. A borda era feita de ferro, chifre ou madeira. Só havia um tipo naquela época. Em geral, os primeiros óculos eram utilizados exclusivamente como auxílios visuais que possibilitavam aos hipermetropes ler.

Óculos como símbolo de poder

Somente uns 200 anos mais tarde é que os primeiros óculos que se assemelhavam aos óculos modernos, pelo menos um pouco, foram fabricados: óculos de segurar foram substituídos por óculos nas têmporas. A armação consistia de uma peça. Naturalmente, só as pessoas ricas podiam pagar pelos óculos feitos de ferro ou bronze

Na Espanha, modelos de óculos particularmente grandes eram considerados símbolo de poder. Pontes de couro também começaram a ser usadas pela primeira vez como uma maneira de deixar o auxílio visual mais confortável para uso. O maior problema naquela época era o ajuste. A armação dos óculos escorregava muito do nariz e, em muitos casos, era tão pesada que os usuários desses óculos não os achavam nada confortáveis.

Os óculos com aro Nuremberg apareceram no mercado no século 18. As pessoas lhe davam o nome não tão lisonjeador de “esmaga nariz” – mas eles se tornaram um sucesso, mesmo assim, oferecendo um nível de conforto que até então era considerado impossível.
Por volta do final do século 18, os óculos com uma só lente, denominados de monóculos, se tornaram muito famosos. O monóculo era usado pelas damas e pelos cavalheiros dignos da sociedade na Alemanha e na Inglaterra. O francês preferia os óculos “pince-nez” (“belisca nariz”). Esses óculos não eram apenas usados no nariz, mas também sustentados pelos músculos ao redor dos olhos. A versão francesa tinha a vantagem de poder ser tirada rapidamente quando em companhia de outras pessoas, pois os vizinhos ocidentais da Alemanha ainda se sentiam embaraçados ao serem pegos usando seus pince-nez.

Óculos hoje



Só nos primeiros 20 anos do século passado é que os óculos adquiriram sua forma atual e seu desenho anatomicamente perfeito. Hoje, virtualmente, existem óculos de todos os formatos e materiais – e as opções são ilimitadas. Os óculos se estabeleceram como o auxílio visual mais importante em todo o mundo e se tornaram acessórios populares de moda para muitos.

fonte:http://www.zeiss.com.br/vision-care/pt_br/better-vision/entendendo-a-visao/lentes-e-solucoes-para-seus-problemas-de-visao/a-historia-dos-oculos.html

R. SILVA PINTO 49 LOJA A TEL: 31730827 RECEBA 10% DE DESCONTO MENCIONANDO O BLOG